quarta-feira, 21 de outubro de 2009

O Império Português no século XVIII

Territórios e recursos naturais


ÒNo final do século XVIII, o Brasil ocupou, na economia portuguesa, o lugar que tinha a Índia no século XVI.
ÒAs maiores riquezas chegadas ao reino deixaram de ser as especiarias orientais para passarem a ser os produtos brasileiros.
ÒEsta mudança faz com que, durante todo o ano, navegassem regularmente barcos entre Portugal e o Brasil, o que contribuiu também para o desenvolvimento dos Açores e da Madeira.
ÒTambém os Portugueses para alem da guerra da restauração, tiveram de entrar em guerra com os Holandeses, para os expulsar do Brasil e reconquistar Angola.


O açúcar Brasileiro


ÒA colonização do Brasil começou a dar muitos bons resultados já no século XVII. De entre as produções agrícolas destacava-se a da cana-de-açúcar, cultivada em grandes plantações, principalmente em Pernambuco, na Baia e no Rio de Janeiro.
ÒA produção de açúcar enriqueceu os chamados “Senhores dos engenhos”.

Senhores dos engenhos


ÒOs canaviais açucareiros eram cultivados em terrenos incluídos em pequenas médias e grandes propriedades, sendo nestas que se situavam os “engenhos”, onde se moía e preparava o açúcar.
ÒOs “Senhores dos engenhos” (…) correspondiam aos grandes Senhores da Europa. Viviam na “casa grande”, com uma vida luxuosa, controlando a “Sanzala”, onde se alojavam os escravos negros que trabalhavam nas plantações e na “fábrica” ( engenho).Deles dependiam ainda outros agricultores menores e empregados Portugueses, que não haviam tido meios económicos para montar “engenhos.

Senhores dos engenhos


ÒOs canaviais açucareiros eram cultivados em terrenos incluídos em pequenas médias e grandes propriedades, sendo nestas que se situavam os “engenhos”, onde se moía e preparava o açúcar.
ÒOs “Senhores dos engenhos” (…) correspondiam aos grandes Senhores da Europa. Viviam na “casa grande”, com uma vida luxuosa, controlando a “Sanzala”, onde se alojavam os escravos negros que trabalhavam nas plantações e na “fábrica” ( engenho).
ÒDeles dependiam ainda outros agricultores menores e empregados Portugueses, que não haviam tido meios económicos para montar “engenhos”.

A descoberta de ouro e pedras preciosas


ÒNos finais do século XVII e princípios do século XVIII, grupos de colonos aventureiros – os “bandeirantes” - descobriram minas de ouro e pedras preciosas em mato grosso, Goiás e Minas Gerais. É a partir de essa altura que se intensifica no Brasil a exploração mineira.
ÒÈ no reinado de D. João V que chegam ao reino as maiores quantidades de ouro Brasileiro.
ÒAo Rei pertencia 1/5, ou seja de 20% de todo o ouro extraído. E, para evitar o contrabando e assegurar a cobrança dos impostos reais, D. João V ordenou que o ouro fosse fundido em barras. Essas barras eram cunhadas com as armas reais e nelas eram gravados o peso e o Ano da fundição.

O trafico de escravos


ÒAs riquezas do Brasil e a frequência com que se podia viajar entre estas colónias e Portugal fizeram com que muitos milhares de colonos Portugueses para ai emigrassem, na esperança de fazer fortuna.
ÒCom o aparecimento do ouro, o numero de colonos aumentou de tal maneira que D. João V se viu obrigado a publicar leis (em 1709, 1711 e 1720) proibindo a emigração dos Portugueses para o Brasil.
ÒFoi também levado para o Brasil um grande numero de escravos Africanos para trabalharem nos engenhos, nas plantações e nas minas.

O transporte de escravos


ÒOs escravos, sobretudo os Africanos, fugiam muitas vezes para o Sertão ( interior) do Brasil e procuravam aí formar comunidades livres. Por isso, os colonos ricos tinham vigilantes – capitães do mato-encarregados de capturar os escravos fugitivos.
ÒA partir do século XVII, a assistência social e religiosa dos escravos Africanos e dos Indianos Brasileiros foi realizada principalmente pelos Jesuítas.
ÒO padre António Vieira foi um Jesuíta que muito lutou pela libertação dos escravos e dos Índios brasileiros.


Realizado por: Rafael Fragoso
Retirado do livro de história do 6º Ano
(história e geografia de Portugal)